Os participantes

Já contamos como surgiram o blog e o clube do filme, e compartilhamos a lista dos filmes discutidos até então. Mas, afinal, quem somos?

O nome Cineclube dos Cinco sugere que cinco pessoas escrevem neste espaço, certo? Mas essa é apenas uma referência ao filme que direcionou o nosso clube, esse sim formado por cinco pessoas. O blog será mantido por nós quatro:

Carlos Goettenauer
Sou internauta do período cambriano. Desde que cheguei nesse mundinho virtual, já criei três sites e escrevi para outros tantos. Provavelmente porque não consigo me concentrar em um assunto só. Atualmente, concentro minha escrita no Estado Crônico, onde publico semanalmente (?) crônicas sobre assuntos diversos. No Cineclube dos Cinco tenho a oportunidade de escrever sobre cinema, especialmente na coluna De luz acesa, mas sempre muito próximo de fugir ao tema. Minha professora de redação me mataria…

Cássia Pires
A minha profissão é lidar com as palavras, sou revisora e preparadora de textos. As minhas horas vagas são dedicadas ao ballet clássico. Escrevo sobre dança em Dos passos da bailarina, publico o que me interessa no Carambolas Azuis e reuni as minhas andanças internet afora no Cássia Pires. Por aqui, escrevo sobre cinema e sua relação com a literatura. Os meus textos serão publicados em O livro é melhor que o filme?.

Daniel Maduar
Meu sonho sempre foi ser astrônomo e, por isso, cursei Meteorologia por alguns anos, até que abandonei o curso e comecei a trabalhar como revisor e preparador de textos para, quem sabe um dia, me tornar um cineasta. Me encaixo na maioria dos estereótipos nerds e acredito que a Arte tem o poder de mudar o mundo. Escrevo contos, crônicas e outras besteiras no meu blog pessoal, o Opa, tudo bom?. Não tenho uma coluna aqui no Cineclube e meus textos geralmente serão publicados na categoria Críticas, mas não me responsabilizo pelas palavras que por mim foram escritas e que claramente refletem minha opinião.

Mau
Sou oceanógrafo. Na verdade tenho sido oceanógrafo a minha vida inteira, mas só a partir de 1996 é que transformei essa aptidão em profissão. Apesar disso, no meio do caminho uma segunda paixão tentou me desviar do mar e, por dois anos, fiz faculdade de cinema. Um pouco perdido, foi justamente um filme (“Imensidão Azul” do Luc Besson) que me trouxe de volta ao rumo certo. Apesar de não estar relacionado com a ciência oceanográfica propriamente dita, senti a mesma força de atração que o mar exerce no personagem principal. Por isso, nada mais justo que homenagear o cinema escrevendo sobre ele. Vou juntar uma terceira paixão nessa história, o rock ‘n’ roll, e você pode ler meus textos na coluna Cinema on the Rocks.

O quinto integrante do clube é o Renato Banzai. Ele não participará escrevendo textos para o Cineclube, mas você poderá vê-lo nas discussões de filmes que postaremos por aqui.

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